30.01.2026 às 08:10h - atualizado em 30.01.2026 às 11:28h - Geral
São Miguel do Oeste fechou o ano de 2025 com saldo positivo na geração de emprego formal, mas o resultado foi o pior dos últimos seis anos. No ano passado, a diferença entre o total de desligados e admitidos pelas empresas foi de 266 postos de trabalho, praticamente um terço do saldo de 2024 quando foram abertos 797 empregos com carteira assinada. O desempenho do mercado formal de trabalho na cidade seguiu o que aconteceu em Santa Catarina. A geração de empregos formais no estado teve saldo positivo em 2025, mas o ritmo desacelerou na comparação com 2024. No último ano, foram criados no Estado 59.184 postos de trabalho com carteira assinada, contra 106.742 no ano anterior.
Em 2025, dois setores tiveram números negativos em São Miguel do Oeste: o comércio teve três desligamentos a mais do que o total de contratados e a agropecuária fechou 36 vagas. A indústria abriu 147 empregos formais, a construção civil teve saldo de 87 vagas o setor de serviços gerou 71 postos de trabalho. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.
A queda no volume de empregos formais criados em São Miguel do Oeste em 2025 foi influenciada pelo desempenho negativo de dezembro. No último mês do ano, foram fechados 234 empregos com carteira assinada, o que derrubou o saldo acumulado no ano. Em dezembro, os cinco setor analisados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho demitiram mais do que contrataram. O setor de serviços teve o pio resultado e fechou 91 postos de trabalho. A indústria perdeu 75 empregos diretos e o comércio teve 43 demissões a mais do que o total de contratações. A construção civil fechou 15 postos de trabalho e a agropecuária teve saldo negativo de 10 empregos.
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