29.12.2018 às 09:14h - atualizado em 29.12.2018 às 09:55h - Geral

Cidasc intensifica fiscalização nas barreiras sanitárias devido ao aumento no tráfego de veículos

Joana Reichert

Por: Joana Reichert Iporã do Oeste - SC

Cidasc intensifica fiscalização nas barreiras sanitárias devido ao aumento no tráfego de veículos

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De acordo com a gerente regional da Cidasc de São Miguel do Oeste, Manuela da Rocha, a temporada de verão e de férias acaba gerando o aumento no fluxo de veículos, o que exige maior atenção por parte dos fiscais nas barreiras sanitárias.

A gerente destaca que o objetivo é evitar a entrada de produtos de origem animal e vegetal, principalmente pela região de fronteira de Santa Catarina, estado que possui um diferencial no status sanitário.

Manuela da Rocha explica que na regional de São Miguel do Oeste são seis barreiras sanitárias. Duas estão localizadas na aduana de turismo em Dionísio Cerqueira, na divisa com a Argentina, outra em Idamar, uma barreira na balsa em Itapiranga, uma na balsa em Mondaí, na divisa com RS, uma em Palma Sola, na divisa com o Paraná, e mais uma em Paraíso, na divisa com a Argentina.

As seis barreiras sanitárias funcionam 24 horas. A fiscalização é feita por uma equipe de 64 funcionários. No estado todo são 63 postos de fiscalização da Cidasc localizados na região de divisa de Santa Catarina.

A gerente regional da Cidasc ressalta que a orientação é que visitantes que tenham dúvidas sobre produtos que podem ou não entrar no estado façam contato com a Cidasc para evitar transtornos.

Manuela da Rocha comenta que pelo fato de o estado ser livre da febre aftosa sem vacinação, da doença da vaca louca, da peste suína clássica e peste suína africana, produtos de origem animal como carne, leite e derivados podem trazer doenças já erradicadas ou em fase de erradicação no rebanho catarinense.

Produtos de origem animal ou vegetal apreendidos por irregularidades são destruídos para preservar a sanidade do rebanho.

A gerente regional da Cidasc chama atenção também para os cuidados exigidos quanto à vacinação de animais domésticos que forem transportados.

Manuela da Rocha orienta que, quanto aos produtos de origem vegetal, eles devem ser acondicionados ao entrar no estado e apresentar a permissão de trânsito vegetal, um documento que comprova que os produtos não apresentam pragas.

Também é considerado irregular o transporte de agrotóxicos em veículos de transporte coletivo ou veículo de passeio.

Foto(s): Jornei de Souza

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