Polícia

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28.11.2018 às 16:59h - atualizado em 28.11.2018 às 17:48h - Polícia

Homem mata ex-mulher com tiro na cabeça e se mata em Planalto-RS

Diógenes Di Domenico

Por: Diógenes Di Domenico Itapiranga - SC

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Homem mata ex-mulher com tiro na cabeça e se mata em Planalto-RS

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Um homem matou a ex-companheira baleada e depois se matou na manhã desta quarta-feira (28) em Planalto, na Região Norte do Rio Grande do Sul. Segundo a Polícia Civil, Clair Ferencz, de 44 anos, atirou na cabeça da ex-mulher Roseli Salete Lazari Ferencz, de 42. Em seguida, ele disparou um tiro na própria boca. Os vizinhos ouviram os disparos e chamaram a Brigada Militar.

De acordo com a polícia, na casa de Clair, onde o crime aconteceu, ainda havia sinais de um líquido inflamável, provavelmente solvente, o que indica que o homem tinha planos de atear fogo. O filho do casal, de 12 anos, conseguiu fugir da residência. Roseli e Clair haviam se separado há cerca de dez dias.

Na terça-feira (27) os dois participaram de uma audiência de conciliação no Fórum de Planalto. Na ocasião, a mulher afirmou que não desejava prosseguir com a representação por crime de ameaça contra o ex-marido. Mesmo assim, a Justiça deferiu a medida protetiva, estabelecendo que o agressor deveria manter distância mínima de 100 metros da vítima e estaria proibido de se comunicar com a ex-mulher por 90 dias, sob pena de prisão em caso de descumprimento.

Na audiência ficou acordado que Roseli iria buscar seus objetos pessoais na casa do ex-companheiro na manhã desta quarta, sendo que Clair não poderia estar em casa no horário combinado. No entanto, quando a mulher guardava os pertences, foi surpreendida por ele.

"O clima da audiência de ontem não permitiu, ao Ministério Público pelo menos, pressentir que aconteceria uma desgraça dessas. Havia um clima amistoso, tanto que a visitação do filho ficou acordada pelas partes", afirmou o promotor do Ministério Público de Planalto Rodrigo Mendonça Pinto dos Santos, que acompanhou a audiência.

"O fato dela ter ido, ou se disponibilizado a ir, nos denotou que não haveria um risco de uma barbárie como essa", acrescentou.

Fonte: G1

Foto(s): Divulgação

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