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21.02.2018 às 14:17h - atualizado em 22.02.2018 às 09:53h - Geral

Policial militar do Oeste finaliza tese de doutorado

Márcia Macoski

Por: Márcia Macoski Campo Erê - SC

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Policial militar do Oeste finaliza tese de doutorado

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Oriundo das fileiras do Exército Brasileiro, tendo permanecido nesta entre os anos de 2001 a 2008 e no mesmo ano já ingressado na Polícia Militar de Santa Catarina, Ronaldo Zatta, soldado da PM atualmente lotado no Pelotão de Campo Erê, tem formação em História pela Universidade Paranaense. Mesmo sem estar atuando em sala de aula como professor, Zatta tem se dedicado à pesquisa histórica.

Sua dissertação de Mestrado no ano de 2009 na UPF – Universidade de Passo Fundo no Estado do Rio Grande do Sul - teve como tema “Sentinelas do Sudoeste: o Exército Brasileiro na Fronteira Paranaense”. Este assunto reflete sobre a história, atuação e presença militar de forma geopolítica, territorial e defesa na sensível fronteira entre o Estado do Paraná e a República Argentina.

Com 35 anos, Zatta ingressou em 2012 nos estudos avançados da UFPR – Universidade Federal do Paraná na cidade de Curitiba - onde ganhou bolsa de pesquisa para desenvolver a temática História Militar, vindo a concluir a defesa da sua tese de doutorado nesta universidade, a qual foi depositada em 2017 sob a designação de “50 Anos de Morte do Tenente Camargo (1965-2015): Impasses e Conflitos da Memória Institucional do Exército Brasileiro”.

Zatta foi orientado pelo professor Dennison de Oliveira, o qual trabalhava como professor/pesquisador na área de defesa nos programas de pós graduação e pesquisa do Instituto Meira Mattos da Escola de Comando do Estado Maior do Exército.
A tese de doutorado contempla, tratando como tema inovador para a pesquisa histórica brasileira, a análise dos rituais fúnebres militares, estudados a partir de um caso específico: a morte do tenente do Exército brasileiro Carlos Argemiro de Camargo. Camargo tombou em 1965 no combate à guerrilha no Sudoeste do Paraná. Também, o referido trabalho atenta para a necessidade imprescindível de assessoramento histórico para a produção de memória das organizações militares brasileiras, função que tem sido relegada, em grande parte, para instituições civis, muitas vezes aquém dos valores da caserna.

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Foto(s): PM

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