20.09.2018 às 13:27h - atualizado em 24.09.2018 às 07:40h - Saúde

VIVA BEM: Saiba como ser um Doador de Órgãos e Tecidos

Cristian Lösch

Por: Cristian Lösch São Miguel do Oeste - SC

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É hora de lembrar!

Esse é o tema da Campanha Nacional de Conscientização sobre Doação de Órgãos e Tecidos, realizada pelo Ministério da Saúde. Segundo dados da Central de Transplantes de Santa Catarina temos, o estado tem, atualmente, 474 pessoas em lista de espera para transplante de órgãos.

Para ser um doador basta informar esse desejo à família. Não é preciso fazer nenhum tipo de documento prévio de autorização. É só comunicar sua vontade. A doação só ocorre com a autorização familiar e é de suma importância que ela esteja devidamente informada de que você é doador.

Tipos de doadores

Existem dois tipos de doadores: o falecido e o vivo. No primeiro caso, são pacientes que encontram-se em Unidades de Terapia Intensiva e que geralmente foram vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou traumatismo craniano e tiveram morte encefálica. Somente após a confirmação de morte é que a família será entrevistada e questionada sobre o desejo do falecido. Nesse caso, pode-se doar os dois rins, os dois pulmões, as córneas, o fígado, o pâncreas, pele e ossos. Muitas pessoas podem, em um “ato único de amor ao próximo”, serem ajudadas.

Os órgãos doados, em casos de morte encefálica, são destinados a pacientes que necessitam de transplante e estão na lista única de espera, organizada pela Central de Transplantes e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde.

O doador vivo, sendo saudável, concordando com a doação, e, principalmente, sendo compatível com o receptor, poderá doar um dos rins, parte do fígado, parte do pulmão e medula para uma pessoa que tenha ou não grau de parentesco.

Diagnóstico de morte encefálica

Importante ressaltar que a doação de órgãos e tecidos por doador falecido só é possível após a determinação/confirmação de morte encefálica. O Conselho Federal de Medicina regulamenta o diagnóstico de morte encefálica desde 1997. O diagnóstico somente é confirmado com dois exames clínicos neurológicos feitos por diferentes médicos, capacitados para o diagnóstico clínico de morte encefálica. O processo é associado a um exame gráfico confirmatório. Trata-se de um diagnóstico absolutamente seguro.

Segundo Martinho Lutero, “deve-se doar com a alma livre, simples, apenas por amor, espontaneamente”.

É Hora de Lembrar! Avise seus familiares, fale sobre o tema! Faça valer a sua vontade de ajudar a quem tanto precisa e não esqueça que um único doador pode salvar várias vidas.

Katia Rosane Teixeira Bugs

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