16.01.2026 às 16:53h - atualizado em 16.01.2026 às 16:58h - Saúde

São João do Oeste prioriza atendimentos em saúde mental e fisioterapia para reduzir filas

Ricardo do Nascimento

Por: Ricardo do Nascimento Itapiranga - SC

São João do Oeste prioriza atendimentos em saúde mental e fisioterapia para reduzir filas
Foto: ASCOM

As demandas na saúde crescem e o município de São João do Oeste busca alternativas para reduzir as longas filas de espera por atendimento. Ocorrem reuniões com as equipes de profissionais da saúde visando ajustar os encaminhamentos. Estes atendimentos são prioridades nas ações ao longo do ano. Conforme a Secretária, Cleide Rempel, a saúde mental registra uma constante demanda e a meta é ampliar as formas de disponibilizar os profissionais.

Uma das alternativas que pode ocorrer é o credenciamento de profissionais e parcerias com clínicas para atender as demandas. A Secretária da Saúde comenta que também está sendo promovida a ampliação do centro de saúde proporcionando novos espaços para atendimento. “Na psicologia a fila de espera é de 180 pessoas. Já na área da fisioterapia, uma das alternativas e aumentar o trabalho em grupo e desta forma atender maior número de pessoas” comenta.

De acordo com a Secretária da Saúde, este procedimento segue algumas questões específicas definidas pelos profissionais competentes. Cleide Rempel destaca ainda que pacientes encaminhados para cirurgias ortopédicas também contribuem para aumento na fila de espera. Atualmente 150 pessoas aguardam atendimento de fisioterapeutas. Cleide avalia que até o final do ano estas questões estarão sanadas.

O município também aperfeiçoa o transporte de pacientes que necessitam de atendimento especializado. A saúde de São João do Oeste realiza em média de 12 a 15 viagens por dia transportando municípios que necessitam de consultas, exames ou procedimentos em outras cidades.

De acordo com a Secretaria, Cleide Rempel, além da frota própria, a prefeitura possui veículos terceirizados e também realizou convênio com empresa de ônibus. “O transporte coletivo será usado principalmente para o transporte de pacientes para cidades mais distantes, como Florianópolis e outros centros de referência de tratamento especializado” conclui.

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