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14.01.2021 às 11:23h - atualizado em 14.01.2021 às 16:48h - Geral

Governo não vai permitir que empresas comprem vacinas para funcionários

João Bresolin

Por: João Bresolin São Miguel do Oeste - SC

Governo não vai permitir que empresas comprem vacinas para funcionários
Divulgação

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A possibilidade de empresas comprarem vacinas para a imunização de funcionários contra a Covid-19 foi negada pelo governo federal, segundo afirmou nesta quinta-feira, 14, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf.

A proibição foi informada em reunião virtual realizada com empresários na quarta-feira, 13, e contou com a participação do ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, do ministro das Comunicações, Fábio Faria, e do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco.

"Essa possibilidade ontem foi negada. Ela no momento não existe", disse Skaf explicando que o recado passado pelo governo foi de que a campanha de vacinação será centralizada pelo Ministério da Saúde.

Apesar da proibição da vacinação pelo setor privado, o presidente da Fiesp afirmou que os empresários saíram da reunião "mais tranquilos" em relação ao início e ritmo da campanha nacional de vacinação.

Skaf disse que dinheiro para comprar vacina tem, assim como logística e estrutura para a vacinação.

A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas informou neste domingo, 03, que negocia com o laboratório indiano Bharat Biotech a compra de 5 milhões de doses de uma vacina contra a Covid-19.

O presidente da ABCVAC, entidade que representa as clínicas de vacinação particulares, Geraldo Barbosa, disse que a rede privada quer colaborar com o governo na disponibilização da vacina contra o coronavírus.

"É o momento de todo mundo participar desse processo e mais do que correto que o mercado privado use o seu poder econômico para ajudar o governo", disse.

Em nota, a Fiesp informou que, durante a reunião, o governo garantiu que o processo está bastante acelerado e que a vacinação começará assim que tiver liberação da Anvisa. "No momento, o governo aguarda a chegada de dois milhões de doses do imunizante da Astrazeneca/Oxford e o Instituto Butantan já tem seis milhões de doses. Ambas vacinas aguardam aprovação da Anvisa para uso emergencial", disse.

Fonte: G1

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