11.02.2019 às 20:08h - atualizado em 11.02.2019 às 22:31h - Geral

Empresa dona de helicóptero que transportava Boechat não podia fazer táxi aéreo

Bruna Hohensee

Por: Bruna Hohensee São Miguel do Oeste - SC

Empresa dona de helicóptero que transportava Boechat não podia fazer táxi aéreo
Helicóptero prefixo PT-HPG que se acidentou na Anhanguera — Foto: Matheus Herrera/Arquivo pessoal

Continua depois da publicidade

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que o helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera no início da tarde desta segunda-feira,11, em que o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quattrucci morreram, não podia fazer táxi aéreo, mas sim prestar serviços de reportagem aérea.

A agência abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo feito.

Depois de apresentar o jornal na Band News FM, na capital paulista, Boechat seguiu para um evento organizado para uma indústria farmacêutica, em um hotel em Campinas, no interior de São Paulo. O helicóptero saiu de Campinas às 11h45, no interior do estado, onde Boechat participou nesta manhã de um evento e seguia em direção à sede do Grupo Bandeirantes, no Morumbi, Zona Sul .

A queda ocorreu na rodovia Anhanguera, próximo ao Rodoanel: a aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via. Segundo testemunhas, o piloto tentava fazer um pouso de emergência.

"De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave estava com o Certificado de Aeronavegabilidade válido, bem como a Inspeção Anual de Manutenção, ou seja, em situação regular", diz nota da Anac.


Fonte: G1

Comentar pelo Facebook

Fique por dentro das últimas novidades do Portal Peperi.