02.10.2019 às 18:32h - atualizado em 02.10.2019 às 17:40h - Geral

Empresário reclama de burocracia para manter empresas em SJCedro

Kelly Figueiró

Por: Kelly Figueiró São José do Cedro - SC

Empresário reclama de burocracia para manter empresas em SJCedro

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Alvori Pagnussati esteve na sessão da câmara onde usou a palavra livre ao público na tribuna. Ele explicou que uma das situações que geraram revolta foi a notificação recebida para que a empreiteira desobstrua o passeio em frente ao edifício Delta, na Avenida Rio Grande do Sul.

O empresário revela que o prazo é de 15 dias para retirada dos tapumes e dos locais usados como escritório e banheiro dos funcionários. A justificativa é que a prefeitura contratou uma empresa que está fazendo construção de passeio padrão em várias ruas. Porém, ele argumenta que o projeto do prédio prevê que a obra será entregue com passeio custeado pela empresa já que será feita primeiro a etapa do encanamento hidráulico.O empresário afirma que faltou entendimento e análise individual do caso, pois sugeriu que a obra da calçada contemple outra rua. Lembrou que o projeto do prédio prevendo o passeio após a conclusão foi aprovado pelo setor de engenheira da prefeitura.

Ele caracterizou o setor de tributos e fiscalização como a maior empresa de SJCedro, “a indústria da multa”. O empresário também reclamou dos servidores do departamento.

Ele teve o alvará de licença negado para abertura de uma prestadora de serviço. Alvori explica que a construtora em que atua está registrada em nome dos filhos, que são os proprietários da empresa familiar. Ele esclareceu que o objetivo era abrir uma prestadora de serviços para poder concorrer em outras licitações e também devido aos impostos serem menores. Mas, a revolta do empreendedor é que o documento foi negado com alegação de que ele já tinha uma empresa do mesmo segmento e teria intenção de dividir o faturamento. Conforme ele, a resposta recebida dos servidores é que o alvará seria concedido caso ele desse baixa do CNPJ da construtora. Alvori então sugeriu que, caso a administração encontrasse qualquer irregularidade, fizesse uma denúncia para a Receita Federal. Ele revela que a Polícia Ambiental, Justiça do Trabalho e demais órgãos de fiscalização também fazem averiguações constantes. Como não houve entendimento, ele buscou outros municípios. A empresa já está funcionando em Pinhalzinho e gradativamente transferindo os funcionários.

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